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Clint vs Kommo: qual CRM escolher para infoprodutores em 2026?

Atualizado em 2026-07-15 · por Redação Melhores CRM
Infoprodutor brasileiro comparando Clint vs Kommo em duas telas durante lançamento digital com vendas pelo WhatsApp
Resposta rápida: Para quem está começando com 1 ou 2 vendedores, o Kommo é a porta de entrada mais barata: planos a partir de US$ 15 por usuário/mês. Já o Clint cobra mais caro (a partir de R$ 523/mês), mas entrega o pacote fechado — CRM, WhatsApp API oficial e automação nativa — que uma operação de lançamento com time comercial tende a aproveitar melhor.
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Em resumo
  • Kommo cobra por usuário, em dólar: Base US$ 15, Avançado US$ 25 e Pro US$ 45 por usuário/mês — o preço em reais oscila com o câmbio
  • Clint cobra por plataforma, em reais: Starter a partir de R$ 523/mês (2 usuários) e Growth a partir de R$ 800/mês (3 usuários, com WhatsApp API oficial inclusa), no plano anual
  • Clint nasceu para infoprodutor: integração nativa com Hotmart e Kiwify move o card no funil conforme a venda acontece
  • Kommo é multicanal de verdade (WhatsApp, Instagram, Telegram) e tem o Salesbot para automatizar conversas
  • No Clint, a WhatsApp Business API oficial já vem dentro do plano Growth; no Kommo, a API é integrada, mas os custos de disparo entram à parte
  • Avaliações públicas apontam limitações do Clint em relatórios avançados e suporte em horários de pico

O duelo em uma frase

Clint e Kommo disputam o mesmo cliente — quem vende pelo WhatsApp — mas partem de lugares diferentes. O Clint é uma plataforma brasileira construída em volta do infoprodutor: lançamento, perpétuo, recuperação de carrinho, integração pronta com Hotmart e Kiwify. O Kommo é um CRM internacional de vendas conversacionais que ficou popular no Brasil justamente pela força da integração com WhatsApp, mas atende qualquer segmento — de clínica a imobiliária.

Essa diferença de origem explica quase tudo no comparativo: o Clint empacota o ecossistema do produtor digital num preço fechado; o Kommo vende um CRM flexível por usuário e deixa você montar o resto.

Preço: modelos opostos de cobrança

Aqui mora a diferença mais prática. O Kommo cobra por usuário, em dólar: o plano Base sai por US$ 15, o Avançado por US$ 25 e o Pro por US$ 45 por usuário/mês, segundo a tabela oficial. Convertendo, parceiros brasileiros divulgam algo em torno de R$ 110 (Avançado) e R$ 197 (Pro) por usuário — mas isso muda junto com o câmbio, então trate como referência, não como preço fixo.

O Clint cobra em reais e por plataforma: o Starter parte de R$ 523/mês para 2 usuários e o Growth de R$ 800/mês para 3 usuários, ambos no plano anual, com usuário adicional na casa de R$ 187/mês. Parece caro perto do Kommo? Para uma pessoa sozinha, é. Só que o Growth já inclui a WhatsApp Business API oficial — um custo que, no Kommo, você paga por fora, junto com as taxas de conversa da Meta.

A conta honesta: um vendedor solo no Kommo Base gasta uns US$ 15/mês e resolve. Um time de 3 a 5 pessoas disparando campanha em massa pela API oficial pode descobrir que o pacote do Clint, somando tudo, não fica tão mais caro quanto o preço de tabela sugere.

Integração com Hotmart, Kiwify e o dia a dia do lançamento

Se o seu funil vive de boleto compensado e carrinho abandonado, o Clint joga em casa. A integração nativa com Hotmart e Kiwify atualiza o estágio da negociação automaticamente conforme a venda avança — aprovou o pagamento, o card anda sozinho. As automações nativas (gatilho, condição, ação) foram pensadas para substituir gambiarras de n8n, Make e Zapier no fluxo de lançamento.

No Kommo, dá para chegar ao mesmo resultado, mas raramente sem ajuda: as integrações com plataformas de infoproduto passam por conectores de terceiros ou automação externa. Em compensação, o Salesbot — o construtor de chatbot do Kommo — é maduro, funciona em vários canais ao mesmo tempo e permite montar fluxos de qualificação direto na conversa.

Vale registrar o outro lado do Clint: avaliações públicas compiladas em análises independentes citam suporte inconsistente em horários de pico, relatórios avançados limitados e relatos pontuais de instabilidade nas automações. Nada disso é impeditivo, mas entra na balança de quem depende da ferramenta num dia de abertura de carrinho.

WhatsApp e multicanal: empate técnico com nuances

Os dois tratam o WhatsApp como canal principal, não como acessório. O Kommo oferece integração com a WhatsApp Business API que suporta templates aprovados pela Meta, chatbot e métricas de resposta — e soma Instagram, Telegram e outros canais na mesma caixa de entrada. Para quem atende em várias frentes, essa amplitude pesa.

O Clint concentra a força no WhatsApp: campanhas em massa pela API oficial da Meta configuradas dentro do próprio painel, sem ferramenta externa, além de agentes de IA para qualificação de leads. Se 90% da sua receita fecha no WhatsApp — realidade da maioria dos lançamentos brasileiros — a profundidade do Clint nesse canal vale mais do que a amplitude do Kommo.

Tabela-resumo: critério a critério

O placar por critério, considerando o cenário de infoproduto:

CritérioClintKommoVencedor
Preço de entrada (1-2 pessoas)A partir de R$ 523/mês (2 usuários, anual)A partir de US$ 15/usuário/mêsKommo
Custo total com WhatsApp API (time 3+)API oficial inclusa no GrowthAPI integrada, custos à parteClint
Integração Hotmart/KiwifyNativa, move o funil sozinhaVia terceiros ou automação externaClint
Multicanal (Instagram, Telegram etc.)Foco em WhatsAppCaixa de entrada unificada multicanalKommo
Automação e chatbotAutomações nativas + agentes de IASalesbot maduro e flexívelEmpate
Moeda e previsibilidade de custoCobrança em reaisCobrança em dólar (varia com câmbio)Clint

Veredito: para quem cada um faz sentido

Escolha o Kommo se você é infoprodutor solo ou tem um time enxuto de até 2 pessoas, quer pagar pouco para organizar as conversas do WhatsApp num funil visual e não depende de integração profunda com plataforma de infoproduto. Também é a escolha natural se você atende por vários canais além do WhatsApp — cenário que detalhamos no comparativo de CRMs com WhatsApp integrado.

Escolha o Clint se você roda lançamentos ou perpétuo com time comercial de 3 ou mais vendedores, dispara campanha em massa pela API oficial e quer Hotmart ou Kiwify plugados sem gambiarra. O preço fechado em reais ainda elimina a surpresa do câmbio na renovação.

E se nenhum dos dois convencer, o mercado tem alternativas: nosso guia de melhor CRM para infoprodutores compara essas duas ferramentas com outras opções, incluindo caminhos mais baratos para quem está saindo da planilha.

Perguntas frequentes

Clint ou Kommo: qual é mais barato para começar sozinho?
O Kommo. O plano Base custa US$ 15 por usuário/mês, então uma pessoa sozinha paga o equivalente a menos de R$ 100 mensais na cotação atual. O plano mais barato do Clint parte de R$ 523/mês para 2 usuários no contrato anual — pensado para operação com time, não para vendedor solo.
O Clint tem WhatsApp API oficial inclusa no plano?
Sim, a partir do plano Growth (a partir de R$ 800/mês, 3 usuários, anual), a WhatsApp Business API oficial da Meta já vem inclusa, com disparo de campanhas em massa dentro do próprio painel. No plano Starter e no Kommo, a API é integrada, mas os custos de conversa e conexão entram à parte.
O Kommo integra com Hotmart e Kiwify?
Não de forma nativa e profunda como o Clint. No Kommo, a integração com plataformas de infoproduto costuma passar por conectores de terceiros ou por automação externa (n8n, Make, Zapier). Funciona, mas exige configuração e manutenção que no Clint já vêm prontas.
Quais são as principais reclamações sobre o Clint?
Análises independentes que compilam a opinião pública citam suporte inconsistente em horários de pico, relatórios avançados limitados, ausência de módulo financeiro e relatos pontuais de instabilidade nas automações. Para operações pequenas, com menos de 50 leads por mês, o investimento também tende a ser subaproveitado.

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